Você motorista, que enfrenta o trânsito quotidiano de grandes metrópoles, tem que fazer vários controles de embreagem cotidianamente, não é mesmo? Entretanto você já parou para entender como ela opera? Entenda mais acerca desse essencial componente do automóvel, neste exato momento!
A embraiagem (português proveniente da europa) ou embreagem ( português brasileiro ) é o mecanismo utilizado em diversos automóveis, para transmitir a rotação do volante do motor para as engrenagens da caixa de velocidades que, por seu turno, irá desmultiplicar esta rotação ( segundo a engrenagem – ou alteração – escolhida ) e transferi-la para o diferencial por meio do eixo.
A transmissão entre o volante, fixado por intermédio de parafusos à cambota, e a caixa de velocidades ocorre por meio da pressão do disco, um disco delgado de aço de elevada tenacidade cujas faces encontram-se cobertas com um material de fricção, contra o volante do motor.
No momento em que o disco está fixo contra o volante, a força de aperto terá que ser bastante grande com intenção de não possibilitar deslizes entre as duas superfícies – patinagem.
O disco, na sua posição normal, é apertado contra o volante através do prato de pressão. Com a pressão do pedal, as molas (ou outro sistema de pressão, tal como a embreagem de diafragma) atenuam a compressão do prato, suprimindo o contato do disco com o volante e, consequentemente, interrompendo a transmissão de força motriz para a caixa de velocidades.
É de ressaltar que, neste momento, ocorre uma contínua dessincronização entre a rotação da cambota e o veio primário da caixa de velocidades.
Em certas situações, os motoristas decidem por mandar fortalecer ela de forma a resistir binários maiores e dessa maneira estender a sua durabilidade. Esse reforço pode ser em cerâmica ou kevlar e é bem empregado em carros modificados (tuning).
Tipicamente este dispositivo é modificado entre os 120. 000km e 180. 000km, contudo consoante o tipo de condução vai poder deteriorar-se ao final de apenas quarenta mil quilômetros. Em determinadas ocasiões, também é necessário trocar o volante motor.
E o que é o controle de embreagem, afinal de contas?
O controle de embreagem é a prática de frear ou acelerar o automóvel utilizando-se somente da embraiagem.
No Brasil, é uma das atividades ensinadas nos centros de formação de condutores para a avaliação do exame da Carteira Nacional de Habilitação.
E como opera?
Também intitulado como ponto da embreagem, essa operação é realizada utilizando o pedal.
Em suma, na ocasião em que pisamos no pedal estamos desconectando o disco dela do disco do motor. No momento em que soltamos o pedal estamos juntando de novo os dois discos. Por essa razão que para passar as marchas devemos pisar no pedal antes, justamente para realizar este desligamento.
Aí, todas as vezes em que vamos arrancar o carro jamais devemos soltar o pedal abruptamente. Caso façamos isso a junção entre os dois discos vai ser bastante forte e o veículo vai estancar (morrer, etc). Neste momento, é preciso efetuar o ponto da embreagem.
Funciona da seguinte forma:

  • Com o automóvel parado, você necessita de estar com o pé no freio e na embreagem.
  • Bote a primeira marcha.
  • Agora, solte o pedal da embreagem gradualmente, suavemente, devagar, até começar a sentir uma trepidação no automóvel.
  • Quando isso acontecer, pare de soltar o pedal.
  • Feito isto, tire o pé do freio e coloque suavemente no acelerador.
  • Depois de dar uma curta e leve acelerada, solte o restante da embreagem progressivamente e lentamente até o fim a fim de que o automóvel comece a se movimentar.
  • Dependendo da situação, o veículo já começa a deslocar-se sem você acelerar, nesse caso é somente soltar levemente o restante da embreagem e começar a acelerar relativamente.

Saiba o que é fato e o que é lenda no acionamento do pedal esquerdo!
Por qual razão o pedal começa a ficar duro em veículos que contém dezenas de milhares de km rodados?
Isto ocorre por causa do desgaste do agrupamento. No momento em que ocorre, a mola do disco já é capaz de ter perdido de vinte a trinta por cento de sua maleabilidade. A mola do platô se desgasta com a utilização, complicando todo o conjunto. Nestas condições, não existe outra alternativa: é preciso alterar o equipamento.
É verdade que não se deve acioná-la ao dar a partida?
Em termos Não existe um entendimento a esse respeito. Há quem afirme que essa ação não traz benefício mecânico algum. E existe quem diga que, ao se pisar nela, diminui-se o peso no volante do motor, o que é geralmente utilizável, especialmente no momento em que a bateria está fraca para dar a partida.
É mais adequado dar a partida com a marcha engrenada (pisando na embreagem)?
Similarmente não há consenso. Possuímos no mercado, inclusive, tipos manuais que somente dão a partida com ela acionada. Existe quem julgue que, desse modo, o óleo subiria mais acelerado a fim de lubrificar o câmbio. Entretanto, ao ligar o automóvel, os pistões se movem, lubrificando as paredes do cilindro. A agitação do óleo lubrifica o câmbio na ocasião em que ele é movimentado.
Ao comprimir o pedal rapidamente e soltar (com a marcha engatada), o carro corre mais?
Mentira. O que acontece é um tranco ocasionado pela recuperação da aceleração do motor. Ao acioná-la, ocorre o desligamento rápido do motor com o câmbio e, consequentemente, com as rodas. Isto aumenta o desgaste do conjunto.
Posso partir da inércia com a segunda marcha engatada?
Isso não é recomendado. Andar com o carro em marcha mais alta que o aconselhado é capaz de prejudicar o motor e a caixa de alternâncias. Nessa situação, o motor exige uma marcha mais baixa para apropriar a potência à velocidade do veículo. A potência mal gerenciada faz com que a transmissão atue aos trancos, causando deteriorações.
Quais as consequências de se arranhar a marcha durante as trocas?
O engrene forçado durante a substituição de marchas pode quebrar ou tirar “lascas” dos dentes das engrenagens do câmbio. Estas “lascas” caem no óleo de lubrificação do câmbio. Como o bujão do óleo é magnético, ele puxa essa limalha.

Como é constituído o Kit de Embreagem?

kit-de-embreagem Não basta pesquisar valores do kit de embreagem na internet, ou de qualquer outra maneira, sem antes conhecer o que que contém nele!
Aqui, a gente vai esclarecer melhor como é constituído o kit com o intuito de auxiliar mais satisfatoriamente você a escolher criteriosamente.
A primeira coisa que você deve lembrar na ocasião em que estiver buscando um kit de embreagem é que ela não limita-se unicamente ao pedal.
É um componente interno, que encontra-se entre o motor e a transmissão. Este dispositivo não somente admite a transmissão suave de potência para as rodas, como também propicia ao condutor desunir o motor e a transmissão, para a mudança de marcha.
Para esse dispositivo, há três partes envolvidas: placa de compressão, disco e volante.
Na ocasião em que o carro está em deslocamento, molas ou um sistema hidráulico mantém a placa de pressão justa contra o disco, comprimindo o disco no volante, proporcionando-lhe dessa maneira transmitir força para as rodas.
Na ocasião em que pressionar o pedal, você solta a pressão na placa de pressão, reduzindo o aperto do disco no volante.
Ao passo que a pressão diminui, o disco começa a desengrenar lentamente, reduzindo a parcela de potência propagada para 0.
Quando você expele o pedal, o prato de pressão pressiona o disco de volta para o volante, recompondo a conexão, e voltando a transmitir a força do motor para as rodas.

O que contém nele?

Qualquer condutor sabe da significatividade desse item, é um composto rudimentar, no entanto de bastante importância, efetivando a junção entre o motor e a transmissão. É o vínculo entre o motor e as rodas.
Tanto quanto qualquer parte móvel, especialmente uma que carrega uma porção gigante de pressão, este item está suscetível de se consumir e requer ser mudado depois de um certo tempo de uso.
Uma das melhores maneiras de lidar com embreagens gastas ou velhas é adquirir um kit e modificar as peças estragadas, ampliando a vida útil integral do automóvel e prevenindo que as demais partes sejam prejudicadas pela avaria à este item.
Um kit é um conjunto das partes da embreagem que, na grande parte das vezes, precisam de reparação ou de substituição ao mesmo tempo.
A maioria inclui um mínimo de, pelo menos, um disco, uma placa de pressão/platô, e um rolamento especial. Como o disco em si necessita de atrito para realizar a junção entre o motor e a transmissão, ele ocasionalmente se desgasta, mesmo com o uso natural.
Discos são adequadamente como freios, o que quer dizer a necessidade de troca, independentemente de quão cuidadosamente você conduz. Placas de pressão e rolamentos inclusive deterioram, embora geralmente eles desgastem mais devagar do que um disco.
Como todos esses componentes são bastante dificultosos de alcançar, uma vez que requerem a retirada da transmissão, eles são geralmente alterados em conjunto, com o kit completo, no intuito de economizar em custos de trabalho.
Se não fizer deste modo, você terá de pagar uma nova mão de obra, caso alguma parte deteriore depois da primeira troca.

Quando efetuar a modificação?

É fácil o suficiente falar que você carece de um kit na ocasião em que sua embreagem está “patinando” (complicação para trocar de marcha), mas também é uma das piores maneiras de relatar isto.
Quando ela falhar integralmente, o dano se amplia apressadamente para as demais partes do motor ou propagação. Certas situações confirmam a inevitabilidade de troca, por exemplo:

  • Ao recuperar ou consertar um automóvel velho ( dez anos ou mais) – Um dos elementos mais fundamentais de uma restauração total é fazer com que cada parte do automóvel opere perfeitamente, tal como quando saiu da indústria.
  • A partir do momento que ela começa a “patinar” – O condutor sente uma perda de potência, embora o motor não diminua as rotações, e a velocidade do motor é capaz de até aumentar.
  • Aroma de queimado – Já subiu um morro e sentiu um aroma de queimado forte no momento em que um carro estava tentando mudar as marchas? O que acontece é que, como a embreagem superaquece, ela pode tornar-se quente o bastante para o revestimento dela começar a carbonizar. Isto gera um aroma característico e é mais um sinal de que você necessita substituir o dispositivo o mais rápido que puder.
  • Ruído e instabilidade ao longo da condução – Selos podem vazar e gerar a transmissão do óleo em cima dos revestimentos do conjunto. No momento em que isto ocorre, ele é capaz de impossibilitar que o disco se encaixe brandamente com o volante, com consequências previsíveis. Ela pode derrapar, ou “travar” na disseminação subitamente, levando a variabilidade na direção.

Retornemos para os modelos de kit

Há constantemente três opções de kit: original, genuíno, e paralelo. Você é capaz de achar todos os kits completos ou apenas com algumas peças. No entanto, como sugerimos, não realize a alteração das peças particularmente. Você vai, na realidade, dobrar seus custos se fizer isso.
Kit original – É o kit fabricado pela mesma empresa que oferece as peças para a montadora do automóvel. Esse kit é vendido, de modo geral, em lojas que não são concessionárias. De modo geral, é o kit com a melhor relação entre custo/benefício.
Kit genuíno – É o kit produzido pelas montadoras para as concessionárias. É o mesmo kit original, entretanto, geralmente, mais oneroso.
Kit paralelo – É o kit fabricado por uma empresa que não oferece peças à montadora. A qualidade de um kit paralelo difere bastante de marca para marca, e de carro para carro. Em geral, as peças paralelas são menos caras. Entretanto se você não pesquisa a qualidade do kit paralelo em clubes de automóveis, convenções, e com excelentes profissionais, você é capaz de terminar com um kit de qualidade ruim, e ter que refazer a modificação.
Exemplo de pesquisa: O kit para a Titan 150 é muito custoso nas concessionárias Honda. Analisando online, achei kit original muito mais barato, e um kit paralelo pela metade do custo do original. Já um kit para um automóvel que não conta com mais peças produzidas, como o kit para o Honda Civic 2000, o original pode chegar até o triplo do valor de um paralelo.

5 dicas para deteriorar menos as embreagens

1 – Nunca descanse o pé no pedal. Esta ação afasta o platô do disco e ocasiona o lixamento do disco. Ao causar esse desgaste, o motorista provoca o sobreaquecimento do conjunto.
2 – No momento em que, em uma subida, como por exemplo, utilize o freio de mão para ajudar no arranque do veículo. “Segurar” o automóvel na embreagem inclusive prejudica o disco.
3 – Ao reduzir ou aumentar a velocidade, mude de marcha gradativamente, sempre em ordem e conforme as rotações do motor. Isto vai fazer com que as peças operem de forma suave.
4 – No momento em que o automóvel estiver parado no trânsito pesado, principalmente em engarrafamentos, o veículo pode ficar em ponto morto, com o condutor com o pé no freio ou com o freio de mão puxado para o automóvel não mover-se, claro. Ficar com o veículo em funcionamento imóvel com o pé no pedal força o sistema de forma desnecessária.
5 – É fundamental harmonizar a sintonia entre soltar o pedal e acelerar o carro para arrancar. Caso você acelere demais e soltá-la pouco, acontece a famosa “queimada da embreagem”, fazendo com que o carro não desenvolva e amplie o gasto de combustível.

Atuador da embreagem

Tradicional a cabo

atuador-de-embreagem-a-cabo Nesse tipo de conjunto o acionamento é efetuado por um cabo ligado ao pedal e ao garfo que impulsiona o rolamento. No momento em que pressionado contra o platô, ocorre o isolamento entre o platô e o disco, desengatando o motor da alavanca de câmbio e proporcionando a troca de marcha.

Hidráulica

atuador-de-embreagem-hidraulica A versão hidráulica utiliza óleo ( no geral, fluido de freio DOT 4) para acionar o sistema através de cilindros e atuadores. Nela, possuímos o cilindro mestre, o cilindro escravo e o atuador hidráulico.

  • Cilindro mestre: este cilindro se localiza próximo ao pedal, e é incumbido por emitir ou libertar o fluxo do óleo ao cilindro escravo ou ao atuador. Ao pisar no pedal, o cilindro mestre aperta o conjunto e manda o fluído até o cilindro escravo ou atuador, que por seu turno aciona a embreagem. Essas peças integram o denominado sistema de acionamento, que é o conjunto de peças os quais acionam do kit (platô + disco).
  • Cilindro escravo: é externo à alavanca de câmbio (caixa de marcha), e ao obter o fluido emitido pelo cilindro mestre aciona o conjunto.
  • Atuador hidraulico: seu funcionamento é parecido com o do cilindro escravo, a diferença que ele fica dentro da caixa de câmbio, comprimindo diretamente o platô.

Prós e contras da hidráulica

PrósBenefícios
Maior durabilidade
Pedal mais suave
Ajustagem automática da altura do pedal
Desvantagens
Manutenção mais cara
Demanda verificação do fluido
Não permite regular altura do pedal

Vantagens e contras da tradicional a cabo

Benefícios
Manutenção em conta
Permite ajuste da altura do pedal
Prejuízos
Pedal mais pesado
Validade do cabo é inferior à do sistema hidráulico
Altura do pedal sem regulagem automática, pode ser desconfortável para algumas pessoas
A ajustagem da estatura do pedal está tanto nos prós quanto nos prejuízos, isso porque determinadas pessoas enxergarem a regulagem automática como algo proveitoso, já outras contemplarem a impossibilidade de regular a altura como uma coisa ruim.

Cabo de embreagem

cabo-de-embreagem O cabo de embreagem é encarregado pelo acionamento do sistema (Platô/ Disco/ Rolamento).
O procedimento se inicia no momento em que o pedal é acionado, esse deslocamento é transmitido pelo cabo, ou varão, até o garfo do rolamento, o qual vai pressionar a mola membrana, ou alavancas, do platô. Isso fará com que o disco seja liberado e, desta forma, o torque do motor deixa de ser conduzido ao câmbio.
Nesse período, é gerada uma diferença de rotação entre o motor do automóvel e seu sistema de transmissão, por essa razão, quando liberamos o pedal, devemos fazê-lo de forma suave e contínua, a fim de equilibrarmos as rotações e evitarmos trancos ou patinação excessiva.
Observação: Nunca se coloca cabos em veículos pesados.
O mesmo tem necessidade de ser alterado no momento em que se arrebenta, mostra travamentos ou endurecimento ao ser acionado.
Dica: se você puder substituir o cabo no mínimo 1 vez anualmente, especialmente antes de uma viagem, valerá a pena, dado que ficar na rodovia em razão de um transtorno destes acaba sendo perigoso, e o cabo novo não é caro, é de simples instalação e você viaja de cabeça tranquila.
O valor é capaz de alternar entre R$30 a R$70 Reais de acordo com o modelo.

Platô da embreagem

Platô da embreagem é uma parcela do sistema e é primordial para a suavidade da saída da imobilidade do automóvel. O dispositivo possui por fundamento soltar o motor do câmbio que é conectado diretamente às rodas do veículo. É ela que permite o funcionamento do motor com o automóvel sem qualquer movimento, ou mesmo autoriza a troca de marchas.
A tarefa do Platô é promover a conexão do disco com o volante do motor. Quando acionamos o pedal do sistema, suavizamos a peça sobre o disco, causando o desligamento entre câmbio e motor. Por consequência, ao liberarmos o pedal, o platô aperta o disco contra o volante do motor, estando o mecanismo fechado e atuante. Recordando que essa descrição vale para os carros que contém câmbio mecânico.

Peça pode resistir bastante

A embreagem é um sistema que tem por natureza durar demasiados quilômetros no momento em que usada de maneira correta. O platô é a peça que geralmente é menosprezada, visto que todos falam para modificar o disco. Somente que o Kit vem com todas as peças.
Desta forma, a substituição é conjunta. Com o intuito de proteger o sistema e salvar-se de mudanças prematuras, uma vez que um grupo pode resistir mais de 60 mil km, você deve evitar:

  • Descansar os pés em cima do pedal
  • Pisar no pedal em altas velocidades
  • Conduzir com carga excessiva
  • Ficar com os pés no pedal com o automóvel parado e engatado

Fique atento

Descer um câmbio mecânico para a troca do platô, geralmente, é capaz de ser um serviço exaustivo, perigoso e arriscado.
Principalmente se não forem tomadas os devidos cuidados e não for realizada uma pesquisa criteriosa dos elementos mecânicos deste sistema. Tais como:
– avaria irregular do disco
– platô e empenamento do volante do motor
Sem a merecida precaução que este sistema requer, a graxa pode ficar entre o disco e o volante, o disco pode ser colocado com a posição trocada, o conjunto pode não ficar alinhado, ocasionando trepidações e em casos excepcionais o platô pode avariar e tudo isto fornece para você ainda mais trabalho.

Kit de embreagem Luk

Definir um bom kit é bastante fundamental para que você desembolse de acordo com a qualidade, aqui você vai entender melhor a respeito do coeficiente marca e qualidade!

Como saber qual é a mais apropriada marca de Embreagem?

“Qual é a mais adequada marca de embreagem? “
Esta é uma das questões que mais ouvimos no nosso quotidiano.
Inicialmente devemos ter em mente quais são as marcas que fabricam as embragens para as montadoras.
E por quê?
Porque isso é o maior indício de que estas empresas de embreagens passaram pelos testes de qualidade dos fabricantes de automóveis.
Estas são as marcas ditas de ” primeira linha “.
As mais procuradas são: LUK, SACHS, VALEO e PEÇAS ORIGINAIS (Fiat, Gm, Vw, Ford).
Geralmente são estas marcas de embreagens que estão no interior das embalagens originais.
Mas será que unicamente uma marca pode ser A MAIS ADEQUADA em ambos os projetos que já construiu? Complexo né?
Por causa disso nós não elegemos UMA marca como sendo a mais adequada, contudo sim o seu projeto em determinada peça.
Vamos dar um exemplo:
O Kit Gol Ap 1. 8/2. zero. Diversas Marcas confeccionam este kit para este veículo: a Sachs, a Luk, a Valeo…
Para nós irá valer quem construiu o melhor kit para este veículo.
E para nós o melhor seria aquele que dura mais e dá menos problemas, simples assim.
Mas, devemos analisar o custo também e por aí vai.

CONCLUSÃO SOBRE A MELHOR MARCA DE EMBREAGEM

Não há a mais apropriada marca entretanto, sim, AS MELHORES MARCAS. São elas:
LUK – SACHS – VALEO – EMBREAGENS ORIGINAIS GM/FIAT/FORD/VW.
Um kit Luk pode variar entre R$200 e R$700 Reais conforme o modelo, por consequência vale dar uma examinada em muitas lojas e ver qual sai mais em conta.

Disco de embreagem

disco-de-embreagem O Disco de Embreagem é a ligação entre o motor e a transmissão do automóvel. Saiba mais acerca deste imprescindível componente do conjunto:

Função e Funcionamento

Função – Produzir o atrito necessário para transmitir a rotação do motor para o câmbio, possibilitando conexões suaves entre as trocas de marchas, e filtrando as vibrações torcionais procedentes do motor. O conjunto tem inclusive a responsabilidade de proteger o propulsor e o sistema de transmissão contra sobrecargas.
Atividade – O disco é pressionado pelo platô ao volante do motor, transmitindo o torque criado pelo motor à transmissão.
No momento em que pisamos no pedal, esse deslocamento é transmitido avistava cabo até o garfo, que apertando a mola membrana, solta o disco, cessando a transmissão de torque.

Atrito

A dificuldade com que uma face desliza sobre outra é especificada pelo atrito.
O disco tem uma superfície desenvolvida para gerar atrito suficiente a fim de conectar de forma branda e transportar a rotação do volante de maneira completa.
Os discos têm revestimentos orgânicos constituídos essencialmente de fibras estruturais impregnadas com soluções de resina sintética, borracha, cargas orgânicas e minerais.
Estes modelos se adequam tanto em transmissões mecânicas quanto automatizadas, diferentemente da disseminação automática – que usa conversor de torque no lugar da embreagem.

Sintomas e Vida Útil

Sintomas:

  • Acionamento pesado do pedal;
  • Dificuldade de engate das marchas;
  • Vibração do pedal;
  • Transferência de torque do motor patinando;
  • Ruídos no acionamento.

Vida Útil:
Aconselhamos substituir o disco a cada sessenta mil quilômetros
* Consulte o manual do Fabricante do seu veículo.

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